“– Mas que pretendes fazer agora?
– Morrer.
– Morrer? Que idéia! Deixa-te disso, Estêvão. Não
se morre por tão pouco…
– Morre-se. Quem não padece estas dores não as
pode avaliar. O golpe foi profundo, e o meu coração é
pusilânime; por mais aborrecível que pareça a idéia da
morte, pior, muito pior do que ela, é a de viver. Ah! tu
não sabes o que isto é?
(silencio)”
“Aqueles que nos amam nunca nos deixam de verdade. Se olharmos com cuidado eles sempre estarão em algum lugar no nosso coração.”
“— Eu to apaixonado por uma garota… É, acho que to amando. Na verdade, tenho certeza que estou amando, então não tem como nós continuarmos a namorar.
— Que? Ta falando sério?
— Sim…
(silêncio)
— Você quer casar comigo?”